Tudo que você precisa saber sobre raio x

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Tudo que você precisa saber sobre raio x

As radiografias (popularmente conhecidas como raio X) estão entre os exames mais populares na medicina. Versátil, elas podem ser usadas para diagnosticar desde fraturas a tuberculose, passando pela ingestão de corpos estranhos por crianças.

Apesar este procedimento ser simples e indolor para o paciente, sua realização envolve alguns conhecimentos específicos, que vão desde a área anatômica até o comportamento de moléculas. Confira, a seguir, algumas curiosidades sobre esse tipo de exame:

  1. Pode ser feito em humanos ou animais

A radiografia da cabeça é usada para diagnosticar uma série de condições em humanos. Entre elas, estão:

  • Traumatismo craniano;

  • Tumor cerebral;

  • Aneurisma;

  • Infecções;

  • Epilepsia;

  • Hidrocefalia.

Além disso, este exame também pode ser usado para diagnosticar outras condições, que se apresentam em outras partes do corpo. Porém, não é só isso: este procedimento pode ser usado para identificar problemas de saúde em animais.

Um veterinário que suspeite de uma doença em um cavalo, por exemplo, pode requisitar uma radiologia equina para facilitar o diagnóstico.

O problema é que, assim como em humanos, é preciso que o animal examinado fique parado durante todo o procedimento, para que as imagens não saiam borradas.

Para tal, pode ser usada tanto a contenção física (usa-se a força física de uma pessoa para que o animal não se mova) quanto a química (são ministrados medicamentos por via oral, venosa ou intramuscular, de modo a acalmá-lo).

Do mesmo modo, assim como em humanos, é preciso que o animal examinado esteja em uma posição específica, que permita a visualização de certa parte do seu corpo. No caso do cavalo, por exemplo, é preciso que o profissional domine o posicionamento radiografico equinos.

 

  1. Ele é melhor analisado com um visualizador

Assim como no caso de qualquer outro exame, a interpretação de uma radiografia requer os olhos treinados de um profissional, seja ele médico ou veterinário. Apesar disso, praticamente todas as pessoas sabem que o melhor modo de fazê-lo é erguendo a imagem contra a luz.

Por mais que isso de fato melhore a visualização da imagem, não é a melhor opção. Afinal, alguns males, como tumores pequenos, deixam sinais muito sutis, que precisam de um exame minucioso para serem detectados.

Assim, contar com um visor de radiografias é extremamente vantajoso. Trata-se de um painel luminoso, normalmente fixado na parede, que contém uma lâmpada que facilita a análise do exame.

Além disso, ele também conta com uma espécie de grampo, o que deixa o profissional responsável com as mãos livres para fazer marcações. Deste modo, a análise é feita com mais conforto e atenção,

  1. A radiologia é uma especialização

Muitas pessoas pensam que qualquer médico ou veterinário é capaz de realizar e interpretar exames radiológicos. Por mais que todos os profissionais tenham noções básicas dessa área, não é bem assim: os melhores se especializam no campo da radiologia.

No caso da veterinária, por exemplo, uma pessoa que tenha feito um curso de equinos saberá quando um exame como o raio X é necessário, podendo prescrevê-lo. Entretanto, o ideal é que a interpretação fique a cargo de um profissional especializado.

  1. O raio x é um bombardeio de elétrons

Os aparelhos de raio X tradicionais (que não são portáteis) são grandes. Normalmente, ocupam uma sala inteira da clínica ou hospital onde estão instalados. Porém, a realização do procedimento só é possível graças a partículas microscópicas: os elétrons.

Durante a realização do exame, a ampola de raio x faz uma espécie de “bombardeio” destas unidades microscópicas sobre o paciente, permitindo que seja impressa uma fotografia do interior de seu corpo.

Vale ressaltar que, em grandes quantidades, tais partículas podem ser prejudiciais à saúde. Por conta disso, recomenda-se aos profissionais que somente prescrevam procedimentos nos quais eles são usados com cautela.

  1. Gestantes devem ter cuidado redobrado

Em excesso, a radiação emitida pelo raio X pode ser prejudicial a qualquer um. Porém, no caso de gestantes, a exposição a tais partículas deve ser ainda mais limitada, tendo em vista os riscos que ela apresenta ao feto em formação.

Quando ela realmente for indispensável, o exame deve ser feito com cuidado redobrado, de modo a reduzir ao mínimo a exposição. Deve-se optar, preferencialmente, a radiologia digital, por ser mais moderna e usar menos partículas que a tradicional. Assim, minimiza-se o risco tanto para a mãe quanto para o bebê.

 

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