O que é intradermoterapia e como funciona?

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O que é intradermoterapia e como funciona?

Stress, má alimentação e horas de sono insuficientes. Por mais que esses sejam fatores existentes no cotidiano de praticamente todas as pessoas, eles são extremamente maléficos para a saúde.

Entre as consequências deste estilo de vida desregrado está o acúmulo de gordura, que, por sua vez, aumenta o risco de males tais como:

  • Problemas do coração;

  • Problemas circulatórios;

  • Diabetes;

  • Pressão arterial alta.

Para evitar que a saúde seja comprometida, cada vez mais pessoas têm despertado para a importância de se adotar hábitos mais saudáveis, com uma alimentação balanceada e uma boa rotina de exercícios. Parte delas, inclusive, optam por se associar a iniciativas como o Programa afine se, de modo que a adaptação ao novo estilo de vida seja mais fácil.

Do mesmo modo, há uma série de procedimentos estéticos que podem potencializar o emagrecimento, fazendo com que o corpo dos sonhos seja atingido com mais facilidade. Entre eles, está a intradermoterapia, tratamento cada vez mais procurado em clínicas de estética.

Quer saber mais a respeito disso? Então continue lendo este artigo e confira algumas informações importantes a respeito desse procedimento.

O que é a intradermoterapia?

Como o seu próprio nome dá a entender, a intradermoterapia é um procedimento no qual uma dose de medicamentos é injetada no paciente de forma subcutânea.

Apesar disso, a aplicação é feita de forma isolada, de modo que apenas as células adiposas daquele local sejam danificadas pelas substâncias.

Por conta disso, a intradermoterapia para gordura localizada costuma ter bons resultados: como essas células morrem e são absorvidas pelo organismo, é natural que, depois de algumas sessões, a redução nas medidas seja palpável.

Como a intradermoterapia é feita?

Por mais que seja um procedimento estético, a intradermoterapia envolve a aplicação de substâncias químicas no corpo de quem se submete a ela.

Para evitar complicações, é fundamental que a técnica seja executada apenas por profissionais qualificados, como médicos e biomédicos; do contrário, a integridade física do paciente está em risco.

Durante a sessão – que dura, em média, 15 minutos – o responsável pelo procedimento usa uma agulha descartável para injetar um coquetel de medicamentos na área do corpo indicada pelo paciente.

Devido à característica levemente invasiva dessa técnica, recomenda-se a realização de, no máximo, 3 sessões por semana. Ao todo, os especialistas da área afirmam que 10 aplicações costumam ser o suficiente para a obtenção de resultados palpáveis.

Quais os benefícios da intradermoterapia?

A intradermoterapia é um procedimento que costuma ser muito procurado por quem quer emagrecer. Por mais que ele seja de grande ajuda para deixar o corpo mais definido, essa técnica não é indicada para diminuir os ponteiros da balança: ela serve apenas como auxílio uma vez que o paciente já tenha reduzido substancialmente as medidas por meio de um estilo de vida saudável.

Por mais que eliminar o tecido adiposo seja o principal objetivo de quem recorre a esse procedimento, ele é versátil e pode ser usado com muitas outras finalidades. É possível, por exemplo, realizar a intradermoterapia para melasma.

Nesse caso, são feitas microinjeções de medicamentos no local afetado pelas manchas, ajudando a reduzi-las. Ainda assim, é essencial que o paciente siga todas as recomendações do profissional, como a proteção solar.

Além das manchas, a intradermoterapia pode ser útil para ocultar outro problema de pele que tende a prejudicar a sua estética: as rugas. Nesse caso, a substância injetada é a toxina botulínica, mais conhecida como botox.

Esse procedimento atua ocultando os sulcos que tenham surgido por fatores como envelhecimento, exposição ao sol e até mesmo tabagismo, dando um aspecto mais jovem ao rosto.

Existem contraindicações para a intradermoterapia?

Por mais que a intradermoterapia seja versátil e muito pouco invasiva, ela não pode ser usada em todas as pessoas: algumas condições podem fazer com que a técnicas seja contraindicada, de modo a não agravar o quadro de saúde do paciente.

Um dos principais motivos que levam à não realização do tratamento é a alergia a uma ou mais substâncias usadas no procedimento.

Nesse caso, a exposição ao composto pode levar a reações graves, que podem colocar a vida do paciente em risco. A técnica tampouco é indicada para gestantes, lactantes, pessoas com doenças cardíacas e portadores de doenças crônicas.

Em todo caso, é essencial esclarecer tudo o que for questionado pelo profissional responsável pela aplicação.

 

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