Aparelhos auditivos: como é a fase de adaptação

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Aparelhos auditivos: como é a fase de adaptação

A fase de adaptação faz parte da vida de todos os seres humanos, seja no trabalho, na nova escola ou logo quando acontece qualquer mudança que possui impacto na rotina por completa, o que também inclui a utilização de aparelhos auditivos.

Não é fácil se adaptar ao uso desse tipo de aparelhagem, mesmo ele ficando quietinho, logo ali no ouvido.

Em tese, o aparelho auditivo externo é mais sobressalente, mas também é um dos facilitadores da fase de adaptação, pois não pesam e, na maioria dos casos, não chamam atenção.

Independente do tipo de aparelho, o paciente só vai conseguir se adaptar por completo com o passar do tempo. No entanto, o fator adaptação também envolve a forma de uso, limpeza e manutenção do equipamento.

Por conta disso, neste artigo será demonstrado como funciona a fase de adaptação para pessoas que precisam de aparelhos auditivos.

ATENÇÃO: para evitar problemas de audição futuros, especialistas recomendam o uso de protetor auricular, principalmente aos trabalhadores que ficam expostos aos ruídos de maquinários, aparelhos de som e ruídos em geral.

Cérebro x aparelho auditivo

Para pessoas que já perderam o sentido da escuta há um bom tempo, a adaptação vai acontecer aos poucos, pois o cérebro não reconhece mais o estímulo sonoro. Ou seja, ele vai precisar se acostumar com a prática da audição.

Os procedimentos para a adaptação são:

  • Consulta;
  • Diagnóstico;
  • Escolha do aparelho;
  • Experiência domiciliar com o equipamento.

O período de experiência com o aparelho, geralmente, dura em torno de 1 semana completa. Durante esse período, o paciente deve visitar o especialista para realizar os devidos ajustes com base nas dificuldades de uso e manuseio.

Depois do período de teste, o paciente volta ao consultório para adquirir o aparelho por definitivo.

Lembrando que é importante verificar se o aparelho auditivo preço cabe no orçamento. Uma dica importante consiste em fazer uma pesquisa prévia sobre o produto, para assim definir o local de compra com o melhor custo-benefício.

Retorno e cuidados com a aparelhagem

Depois de comprar o aparelho, o paciente precisa voltar ao consultório em uma janela de tempo de 30 dias, para checar a limpeza, bem como os cuidados com o aparelho.

Este processo deve ser realizado pelos próximos 6 meses, que é o tempo médio para a adaptação.

Adaptação: passo a passo

O passo a passo para a adaptação envolve desde aquele pequeno período de teste, mencionado há pouco, até o completo manuseio do aparelho.

Vale salientar que, para pessoas que procuram por uma aparelhagem mais discreta, o ideal é procurar por aparelho transparente, que não chama a atenção e conta com as mesmas funcionalidades que os demais equipamentos.

O primeiro teste com o aparelho dura 7 dias e deve ser o período que vai comprovar a adaptação do paciente. Durante o teste, a pessoa precisa seguir as seguintes etapas:

  • Usar o aparelho em todos os ambientes;
  • Verificar os tipos de comandos sonoros;
  • Conferir se o aparelho é cômodo;
  • Tirar o aparelho para dormir e tomar banho.

O recomendado é usar o aparelho durante, no mínimo, 8h diárias. Essa prática vai auxiliar ainda mais no quesito adaptação.
Entretanto, o cérebro precisa de três a seis meses para se adaptar à nova remessa de informações.

Por isso, conviver e frequentar diversos ambientes com informações sonoras diversas é a melhor opção para “reensinar” o cérebro o que são efeitos sonoros.

O fabricante precisa desenvolver um produto que se adapte, tanto ao quesito físico como mental de cada paciente.

Lembrando que a adaptação também pode variar de acordo com a idade, as habilidades que a pessoa tem e o problema auditivo que está sendo tratado.

Tecnologia aliada à audição

O mercado de aparelhos auditivos oferece uma gama de alternativas, para todos os tipos de gosto e também para quem sente dificuldade de se adaptar ao equipamento.

O aparelho auditivo adaptação aberta é um dos que mostra que a tecnologia chegou para auxiliar as pessoas que possuem esse problema de adaptação. O acessório é quase invisível e possui ótima qualidade sonora frente aos demais aparelhos.

Para ter uma ideia, alguns modelos oferecem até conexão direta com o smartphone do paciente, tudo através de aplicativo. Isso facilita a configuração e controle do aparelho.

Além da surdez comum, alguns aparelhos também auxiliam pessoas que têm outros problemas auditivos, como o zumbido.

O aparelho auditivo mascarador de zumbido, como já indica o nome, mascara os zumbidos escutados pelo paciente. Ou seja, o acessório proporciona não só um serviço, como mais sossego e tranquilidade.

Geralmente, pessoas que escutam música alta em fones de ouvido com pouca qualidade tende a apresentar problemas sonoros envolvendo zumbidos.

 

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