Entenda a importância desses utensílios hospitalares

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Entenda a importância desses utensílios hospitalares

Pensar em uma unidade de saúde é associar a um lugar com diversos processos e no qual se faz uso de diversos utensílios. O objetivo geral, entre todas as ações e objetos, é facilitar o atendimento e dar mais segurança aos pacientes. Por isso, conhecer alguns deles pode ajudar a entender como funciona esse processo.

Utensílios: Lixo hospitalar

O lixo hospitalar, também conhecido como resíduo hospitalar, é o tipo de Lixo oriundo tanto do acolhimento aos pacientes ou ainda de qualquer ambiente de saúde ou unidade que exerça algum tipo de atividade voltada para a área médica – isso inclui tanto atendimento para seres humanos como para animais.

Esse tipo de resíduo também pode ser encontrado em ambientes específicos, como centros de pesquisa, por exemplo. Tendo tantas especificidades, é fundamental ter consciência que, independente da origem ou tipo, a Coleta de lixo hospitalar precisa ser realizada de acordo com regras específicas com o objetivo de evitar contaminação.

Esse tipo de resíduo pode representar ameaças à saúde humana e ao meio ambiente, caso não haja a adoção dos procedimentos técnicos específicos no manejo das diferentes categorias de lixo produzidas. É possível citar, como exemplo de resíduos:

  • Materiais biológicos contaminados com sangue;

  • Peças anatômicas;

  • Seringas;

  • Materiais plásticos;

  • Substâncias tóxicas;

  • Substâncias inflamáveis;

  • Substâncias radioativas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária propõe regras estabelecidas nacionalmente tanto sobre o acondicionamento como o tratamento próprio para o lixo hospitalar gerado – da origem ao destino. Estas regras de descarte precisam ser seguidas por todos os estabelecimentos que têm atividades médicas.

O objetivo dessa ação é impedir possíveis estragos na natureza, assim como precaver acidentes com profissionais durante os momentos de Coleta seletiva, armazenamento, transportação e destinação do lixo.

Dentro desse esquema, é possível separar os tipos de resíduos hospitalares em cinco categorias: grupo A, grupo B, grupo C, grupo D e grupo E.

O grupo A diz respeito ao lixo infectante, ou seja, aqueles que possui alto potencial de contaminação e poluição do meio ambiente. O grupo B contém substâncias químicas aptas para provocar riscos à saúde e/ou ao ambiente, independente de seus atributos inflamáveis, de corrosividade etc.

O lixo do grupo C são os rejeitos radioativos, ou seja, os materiais com índice de radioatividade listado acima do padrão e que não possam ser reutilizados.

Já o grupo D, de resíduos comuns, está sujeito ao mesmo sistema de recolhimento dos demais pontos da cidade, sendo parte dele destinado a Reciclagem e outra à coleta normal. Por fim, o grupo E, que abrange os objetos e instrumentos que podem furar ou mesmo cortar quem os manuseia.

Utensílios: Expurgo Hospitalar

A biossegurança pode ser definida como um conjunto de medidas que precisam ser aplicadas na prevenção, eliminação ou diminuição de riscos relacionados às atividades de produção, ensino e outras ações de prestação de serviços.

Quando o assunto é biossegurança hospitalar, é preciso pensar em medidas que podem ser simples, como conscientizar higienização ou a implementação de equipamentos eficientes para a realização do descarte de resíduos, como é o caso do Expurgo hospitalar em inox.

O expurgo tem como função ser um equipamento para despejo de sangue, secreções, líquidos provenientes de cirurgias ou materiais que oferecem algum tipo de risco, retomando as classificações faladas anteriormente.

Por conter uma superfície não porosa – o inox, bactérias e outros microrganismos sentem dificuldade na aderência no território. Essa característica torna o equipamento um ambiente com menor risco de ocorrência de proliferação e formação de biofilmes.

Outro benefício é a resistência contra corrosão do material, ou seja,  ele não enferruja com facilidade, tendo uma longa vida útil e custo-benefício.

Utensílios: Pulseira hospitalar

No cotidiano das clínicas e hospitais, o fluxo, locação e organização entre os pacientes é intenso, pois somente dessa forma é possível garantir todos sejam atendimentos de uma forma especializada e eficaz, por isso, a Pulseira hospitalar é indispensável.

Isso porque elas auxiliam no processo de triagem, identificação e segurança das pessoas que ali recebem o tratamento. A ação possibilita um atendimento mais humanizado, auxiliando os profissionais responsáveis a darem continuidade aos procedimentos.

Para isso, costuma-se atribuir cores com o objetivo como triagem, especificando o estado do paciente. As vermelhas são usadas em casos emergenciais.

A laranja em estados urgentes, em especial os que podem entrar em evolução. O amarelo é atribuído aos pacientes urgentes, mas moderadamente graves e sem risco de morte.

O verde significa pouca urgência, em que pode acontecer o atendimento em unidades básicas. Já a pulseira azul não configura urgência e o atendimento pode acontecer por ordem de chegada.

São inúmeros os itens que podem auxiliar nos processos que acontecem dentro de unidades hospitalares, por isso, quanto mais e melhor se organizar, mais eficiente será o tratamento e o resultado conquistado pelos pacientes.

 

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