Conheça alguns cuidados importantes para um hospital

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Conheça alguns cuidados importantes para um hospital

De modo semelhante a qualquer outra instituição que vise lucro, um hospital, qualquer que seja o porte, tem custos fixos elevados: é como um reservatório, cujo nível deve subir constantemente, mas que sempre tem “perdas por vazamentos”.

Do mesmo modo, hospitais crescem em rentabilidade e porte garantindo a satisfação dos clientes. Rapidez no atendimento é boa para o estabelecimento, é ótima para os pacientes, é essencial separar:

  • casos de urgência (supondo que não estejam no PA);
  • casos cirúrgicos;

  • casos clínicos;

  • atendimento por ordem de chegada;

  • atendimento agendado;

  • atendimento preferencial para portadores de necessidades especiais;

  • atendimento preferencial para gestantes;

  • atendimento preferencial para idosos.

A última palavra para classificar esses casos, consiste de um sistema de gerador de senhas (uma senha numérica diferente para cada caso). A experiência mostra que a assistência de um funcionário auxilia na produção e classificação das senhas, há clientes:

  • nervosos na chegada ou tímidos;

  • analfabetos (totais ou funcionais);

  • que enxergam pouco;

  • que escutam mal;

  • que não sabem diferenciar suas necessidades;

  • que não falam a língua.

Contagens diferenciadas podem permitir redirecionar casos específicos, para atendentes treinados nos casos diferenciados. O sistema pode cancelar senhas abandonadas (não atendidas), após o transcurso de um período de espera (por exemplo, 120 a 180 segundos).

Mas, o sistema realmente é transparente se a senha se transformou num atendimento, embora possa até se tornar uma medida de produtividade ou assiduidade. A contagem pode ser reiniciada do zero diária ou semanalmente, ou outra periodicidade, conforme a conveniência.

Interface com os pacientes

A interface deve obrigatoriamente ser visual e audível, estar, por exemplo, cerca de 3dBA (deciBell Acústico) acima do ruído ambiente, precedido de um toque musical discreto, para chamar a atenção dos pacientes presentes.

Painel de senha, que durante anos foi composto por painel de LEDs semigráfico, mais recentemente evoluiu para tela LCD (ou equivalente), capaz de mostrar não apenas a senha mais recente, como algumas das senhas chamadas anteriormente.

Resíduos hospitalares

Praticamente a totalidade do lixo gerado em um hospital pode ser separado em duas categorias:

  • Lixo alimentar isento de contaminações;
  • Lixo composto por resíduos ditos perigosos, pois o risco de contaminação é muito próximo de 100%.

Inclusos na Gestão de resíduos hospitalares, estão os procedimentos referentes ao descarte de comestíveis provenientes de:

  • lanchonetes e restaurantes;
  • cozinha para refeições de pacientes;
  • cozinha para refeições de funcionários;
  • restos de refeições (de funcionários);
  • restos de refeições de pacientes e acompanhantes.

No tocante aos resíduos, provenientes de uso clínico ou cirúrgico, a totalidade é tratada como lixo contaminado. Podem variar eventualmente os tratamentos para lixo que inclua objetos pérfuro-cortantes, lixo orgânico sujeito a putrefação e, principalmente, o lixo tóxico.

Que pode variar desde substâncias nocivas (risco através de contato cutâneo ou contaminação alimentar, até às radioativas, que agem à distância, devendo ser contidas em compartimentos com paredes de Chumbo e lacradas.

O tratamento dispensado para esse tipo de lixo, varia conforme o grau de risco: uma parte é incinerada no próprio hospital ou descartada conforme diretivas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Expurgo no hospital: o que é isso?

Vários cuidados devem fazer parte das rotinas de uma instituição como um hospital, dedicada a prestar serviços em prol da saúde. De fato, o pior que pode ocorrer em um hospital é:

1) Comprometer mais o estado de saúde do(s) pacientes;

2) Tornar-se foco de propagação de doenças e contaminações.

Dito isto, seguem listadas algumas atitudes e providências, visando o expurgo de fatores que visem perpetuar contaminações. Assim, é inevitável que hospitais gerem resíduos orgânicos, provenientes de cirurgias ou de análises em laboratório. Consistem de:

  • sangue;

  • secreções;

  • excreções;

  • amputações;

  • partes de órgãos;

  • gazes e chumaços de algodão hidrófilo.

Os materiais citados têm potencial de contaminação, que pode chegar ao solo, a formações aquáticas e a lençóis freáticos, ou atingir a vegetação e a fauna local, o que potencializa pandemias.

O quadro dramático, sem dúvida, parece extremista, mas qualquer das fases acima pode transformar uma instituição de saúde em vetor de contaminações. Um recurso para interromper as contaminações na origem, se chama Expurgo hospitalar em aço inox.

Um excelente argumento para uso do inox, tem a ver com a superfície virtualmente indeformável. Isento de arranhões e irregularidades, o equipamento é livre de riscos de retenção e matéria orgânica, sujeita a proliferar ou migrar em correntes de ar.

 

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